O chato
Este tipo é um chato! Agora que a laranjeira começava a dar-nos frutos saborosos, que imensas alegrias se descortinavam, deu-nos uma toranja com sabor a medicamento.
Preparava-me, como tantos, para me deliciar com a novela do nóvel ex-reforço de inverno (para já-nem-sei-para-que-lugar-mas-que-importava-isso??), com a peixeirada aberta a sete chaves, com as diatribes do Tabuman (uma referência no ataque dos Vitamina C) e o chato, o anti-prazer resolveu tirar-me a bola debaixo das chuteiras - "eu é que sou o dono da bola" - e pôr toda a equipa de titulares no banco de suplentes.
Deixou, assim, o caminho aberto às nulidades do costume, aos pãezinhos sem sal, aos pés de chumbo, tipo Zé "Nouveau Riche" e suas pulgas amestradas, cuja mente, no que a ideias diz respeito, é mais árida que o Dead Valley. Aliás, a contratação de um nº10 de baixo centro de gravidade e que joga sempre pela direita, malgré ser um esquerdino de raíz, só surpreenderá os observadores menos atentos e faz antever mais do mesmo com agentes diversos (estes a equiparem de cinza).
Longos bocejos me esperam nos meses mais próximos. Por mim, já arrumei o Valium 10mg que tomava sempre que as sessões de gargalhada, que o chato ora interrompeu, ameaçavam prejudicar-me o sono reparador das quedas na classificação. Enfim, meno male, poupa-se na farmácia...é o que tem de boa a reabertura do mercado de transferências no inverno!
A ver se não cochilo antes de anotar as trocas de clube que se advizinham. Não é por nada, mas o nº 10 Jorginho manter-se-à na actual formação?
0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home